marţi, mai 20, 2008

presente de um muito amado amigo

aquela olinda amanhecendo
água de coco como elixir
banho como nascimento
ponto de partida
amor, pouso e manhã
um mundo que se gera:
sonho que voou e flui no tempo

rolê na ilha do rato, nos ônibus,
talagadas mil pitu e amor
soltura compenetrada
verdade e investida
tudo o que se tem
tudo o que se quer
tudo o que se quer é o que se tem

naquele bar, naquele carnaval
uma par de parte de mim mora por ali

e depois paraty.
para mim, a tacada no cerebelo
o toque da queda
do engasgo e da sagacidade engolida
do tamanho do nó, da garganta
que nunca mais gritou amor
daquele da dança da canga
daquele sem fim
do que se quer
do que se tem

daquele naquele bar,
naquele carnaval
daquele do viaduto, da moradia,
da fotografia
da paulista e do rio que vai jogar água pra fora
daquele das alturas.

sem tamanho no peito de gente grande
imagine de gente que ainda não cresceu


rodrigo

duminică, septembrie 23, 2007

mente.
de
men
te
mente
me
men
te
de
mente.
..... quero que me envada
trepide
flua
reflua
treme
freme
expele
tranpire
regozije
transborde
desabe.......
... Houve o meu silêncio,
ouve.

joi, septembrie 20, 2007

CURTA

Curta metragem

luni, februarie 20, 2006

entre uma virgem - puta
e uma meretriz - santa
uma puta cicatriz!!!!
as anchas ancas e brancas de cerração....
............ a vida esvaiu
sacudiu os dentes
atônita..........
"O Ladrão, o cozinheiro, a mulher e seu amante; revisitado".

o escarro do pênis é, ejaculação
a boca espera por mais uma refeição
o ouvido escuta deseja, o que não
o olfato estimula, degustação
a língua provoca nos lábios, secreção
a mente vazia , imaginação
o lhar intiga, ação
o corpo sua treme , molha o colchão
a boca, exitação
comida
tesão
olhos abertos escolhem a próxima refeição
criança, masturbação
o que se come vira merda, digestão
depois do gozo, outra ereção
suor salgado escorre
a sêde cede a salivação
censura projeta davassidão
não há comida sertão
uns devoram, vomitam
trepam, comem
mesma intenção
sua interpretação (ação em vão)
ou não.
Língua lambe lábio
Lambe céu da boca
Língua lambe língua
Atrás da orelha
Lambe lambuzade
Lábio alheio
Rosto de quem chora
Lambe laciva
Dos lábios
Aos lábios
A língua pode ser do sapato
A língua pode ser o que é falado
Espalha a saliva
Ácida degestora ptialina
Quebra do amido
Ao amigo
Línguas lírios
Deliciosos
Se sente o gosto
Que gosta
Gostoso
Gostosa.

marţi, ianuarie 24, 2006

joi, ianuarie 19, 2006






“quem me habita?
O hábito.
Vive este momento.
Treme por dentro
Tratante.
Um dia muda, sai
e vive”.


“quanto tempo demora
o passo do tempo?
amanhecer chovendoem tua boca.
chorar o mar,
oco de amor.
é o coração lugar
sem comportamento?
sou sem eternidades
perplexo
vinho tinto da língua”.
























“Queria saber,
sabia?
O que soa-
Visa
O
Vento de
Nu-vem
Ta
Leva o pensa
Mento
Com-o
Vento."



















"É do nascedouro da vida, a grandeza.
É da sua natureza, a fartura.
A proliferação , os cromossomiais encontros,
os brotos, os processos caules, os processos sementes,
os processos troncos, os processos flores, são suas mais finas dores.
As consequencias cachos, as consequencias leite, as consaquencias folhas,
as consequencias frutos, são suas cores mais belas!
É da substância do átomo ser partível, produtivo, ativo e gerador.
Tudo é do seu âmago e inicio, pratricio na riqueza
solstício da realeza, é da vocação da vida
a beleza!
E a nós
cabe não diminui-la
não roe-la
com nossos minúsculos gestos ratos.
Nossos fatos apinhados de pequenezas.
Caba a nós , enche-la
Cheio que o seu principio.
Todo vazio é gravido desse benevolente risco.
Todo presente é guarnecido do estado potencial de futuro!
Peço ao ano novo, peço aos deuses do calendário,
peço aos orixás das transformações;
nos livrem do infértil da ninharia.
Nos protejam da vaidade burra, da vaidade minha,
desumana, sozinha.
Nos livrem da ânsia voraz , daquilo que aos nos aumentar,
nos amesquinha.
A vida não tem ensaio,
mas tem novas chances.
Viva a burilação eterna!
Viva a possibilidade!
O esmeril dos dissabores.
Abaixo o etéril arrependimento,
abaixo a duração inútil dos rancores!
Um brinde ao que está sempre em nossas mãos:
A vida inédita pela frente
e a virgindade, dos dias, que viram!!!"

é isso aí.
Elisa Lucinda é a autora deste útimo poema.

aquele abraço!!!!
Lilian
Com-o
Vento!”.

“dos prazeres pequenos
mordida no bico dos seios,
sua face arranhando
o vale
as voltas
á vontade
pelos centímetros
de minhas carnes mais secretas.”








“Procesos mentais.
Inibidores sensoriais.
Mecanismos do prazer
Gozo sem orgasmo
Vida sem qualidade
Que será quando
Plástico derreter ?
Dormir em vidros,
Bem conservados.
Censores bom – senso.”













“dos prazeres pequenos
processos mentais
mordida no bico
inibidores sensoriais
sua face arranhando,
mecanismos do prazer
o vale
gozo sem orgasmo
as voltas
vida sem qualidade
á vontade
que será quando
pelos centímetros
plástico derreter ?
de minhas carnes mais secretas
dormir em vidros
Bem conservados.”